Shaka: Mas se no nosso fim a morte é inevitável, então talvez seja a tristeza que domine nossas vidas, mesmo quando superamos o sofrimento, mesmo que busquemos o amor e a felicidade. No fim a morte irá transformar tudo em nada. Eu não entendo para que os homens nascem nesse mundo, se é impossível desafiar algo tão completo e eterno como a morte.
Buda: Parece que você se esqueceu.
Shaka: Esqueci?
Buda: A morte não é o fim de tudo, a morte não é mais do que outra transformação. Todos aqueles que nasceram nessa terra, mas que depois foram chamados de homens santos, conseguiram superar a morte. Shaka, se você se iluminar com essa verdade, certamente você e sua condição mortal se transformarão no homem mais próximo de ser um deus.
Shaka: As flores brotam e morrem, as estrelas brilham, mas um dia se apagarão. Tudo morre, a Terra o Sol, a Via Láctea e até mesmo todo esse universo não é exceção... Comparado a isso, a vida do homem é tão breve e fugidia quanto o piscar de olhos. Nesse curto instante, os homens nascem, riem, choram, lutam, sofrem, festejam, lamentam, odeiam pessoas e amam outras, tudo é transitório, e em seguida todos caem no sono eterno chamado morte.
Eu me pergunto a mesma coisa que ele... Mas meu deus ainda não se importou em me ajudar a saber a resposta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário